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Sexta, 28 Fevereiro 2020 13:22

Será na próxima segunda-feira (02), durante a sessão plenária que tem início às 14h30. O horário será utilizado pelo presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot

Segunda, 04 Novembro 2019 15:59

Participação dos petroleiros é fundamental para a luta contra a privatização e em defesa dos empregos.

Quarta, 19 Junho 2019 15:42

 

Em audiência pública realizada na segunda-feira, 17, representantes dos trabalhadores denunciaram o processo de desmonte das empresas estatais e a necessidade de envolvimento da população no combate à privatização do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios e Petrobrás e suas subsidiárias. Coordenada pelo deputado estadual Tadeu Veneri (PT), a audiência discutiu o papel das empresas públicas no desenvolvimento do país e na prestação de serviços à sociedade.

 

O secretário geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, relatou que os Correios estão em processo de desmonte, em que o número de trabalhadores foi reduzido de 118 mil, em 2011, para 103 mil, em 2019, e agências foram sendo fechadas em todo o pais. “O projeto é fechar mais de duas mil agências, substituir por quiosques e terceirizar os serviços”, afirmou. Ele destacou que a conta da privatização será paga pela população que irá ter serviços mais caros e menos eficientes.

 

O diretor da Federação Única dos Petroleiros (Fup) e do SindiPetro, no Rio Grande do sul, Dary Becker, explicou que o projeto de venda fatiada da Petrobras e subsidiárias levará a empresa ao esvaziamento paulatino até a extinção, para fazer do Brasil um país dependente das petroleiras internacionais. “O parque de refinarias da Petrobras atende hoje 98% da necessidade do país. Os combustíveis poderiam ser hoje muito mais baratos para a população, mas optou-se pelo preço de paridade das importações para que o capital internacional lucre cada vez mais”, disse.

 

Das vinte e cinco maiores empresas de petróleo do mundo, apenas seis são privadas, destacou Becker. E entre as cinco maiores, apenas uma é privada, comparou o representante dos trabalhadores, destacando que o Brasil, sob os governos Temer e Bolsonaro, estão na contramão da tendência internacional de manter sob o controle público setores estratégicos como o do petróleo.

 

A secretária da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, Fernanda Lopes de Oliveira, destacou que o fim dos bancos públicos pode deixar milhões de brasileiros desassistidos. Sessenta por cento dos municípios brasileiros não dispõem de uma única agência bancária privada, expondo o modelo de concentração dos serviços nos grandes e lucrativos centros.

 

Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal respondem ainda por 50% do financiamento agrícola do país e 100% do crédito imobiliário. Além de concentrarem 62% dos recursos da poupança nacional, um quinhão altamente cobiçado pelos bancos privados, ressaltou.

 

O ex-governador e ex-senador Roberto Requião, do PMDB, disse que a venda das principais empresas brasileiras faz parte de uma guerra geopolítica internacional, envolvendo a China e seus adversários comerciais. “Se eles conseguirem controlar o petróleo e a produção agrícola, acabou o crescimento da China”, afirmou.

 

Para o senador, é preciso fortalecer a proposta do referendo revogatório para anular a queima do patrimônio público nacional. “O que já compraram e o que vão comprar as nossas empresas estão comprando mercadorias roubadas porque esses governos não têm legitimidade para vender o que pertence ao conjunto da população brasileira”, afirmou.

 

Além dos dirigentes sindicais das categorias de bancários, petroleiros, petroquímicos e trabalhadores dos Correios. Estiveram entre os participantes da audiência os deputados estaduais professor Lemos, Requião Filho e Arilson Chiorato, o secretário de Comunicação da CUT, Roni Barbosa, o secretário geral da CUT no Paraná, Marcio Kieller , e a diretora da Nova Central Sindical do Paraná, Rosicler Torquato, e o Coordenador do sindicato dos Petroquímicos do Paraná, Santiago Silva.

 

 

Fonte: Mandato do Deputado Tadeu Veneri

Terça, 05 Junho 2018 16:40

Mário também falou aos deputados sobre os prejuízos das privatizações à sociedade. Assista aos vídeos!

Sexta, 01 Junho 2018 18:28

Presidente do Sindicato falará aos deputados estaduais sobre as pautas de luta da categoria petroleira

Quinta, 16 Novembro 2017 16:24

Com participação de petroleiros, petroquímicos, professores, eletricitários, bancários e movimentos sociais que integram a Plataforma Operária e Camponesa da Energia, o Ato em Defesa dos Investimentos da Petrobrás no Paraná, realizado terça-feira, 14, à noite no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado (ALEP), apontou uma ampla agenda de luta contra a venda da Araucária Nitrogenados e as ameaças de desativação da SIX (Usina de Xisto).

 

O ato foi organizado pelo Sindiquímica-PR e Sindipetro-PR/SC, em conjunto com o mandato do deputado estadual Tadeu Veneri (PT), e contou também com a presença  das direções sindicais petroleiras de vários estados do país, que estão em Curitiba para o Conselho Deliberativo da FUP.  O diretor do Sindiquímica, Gerson Castellano, ressaltou a importância da resistência unitária da categoria à privatização da Araucária Nitrogenados, lembrando que “se a venda da Fafen acontecer de forma suave, sem a devida resistência, todo o resto vai por água abaixo”. 

 

Unidade na resistência

“O processo de resistência aqui é fundamental para barrar a privatização integral da Petrobrás. Já passamos por isso em 1993, quando a nosso unidade foi privatizada pela primeira vez, e sempre resistimos, mesmo quando estávamos na iniciativa privada, pois, independente de qualquer coisa, entendemos o papel fundamental que a Petrobrás tem para a nação. Está no nosso sangue essa luta. A Petrobrás é muito mais do que uma empresa, ela foi um sonho construído pela sociedade, para nos dar autonomia e soberania”, afirmou Castellano.

 

 

A Fábrica de Fertilizantes, em Araucária, está sendo privatizada, através de uma negociação de venda casada, que inclui também a Fábrica de Fertilizantes do Mato Grosso do Sul (UFN-III), cuja planta sequer entrou em operação, pois teve a obra paralisada em dezembro de 2014, com 80% do projeto concluído. Devido aos impairments realizados pela atual gestão da Petrobrás, a unidade Paraná vale contabilmente zero reais (R$ 0,00). Através de uma Ação Civil Pública, a FUP está contestando na Justiça a entrega deste importante ativo, que tem capacidade de produzir anualmente cerca de 700 mil toneladas de ureia e 475 mil toneladas de amônia, além do valioso e estratégico  Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32).

 

Impactos na economia do estado

O presidente do Sindipetro-PR/SC, Mário Dal Zot, destacou a importância que a Petrobrás e suas subsidiárias têm para a economia do Paraná, cujos investimentos representam atualmente 7% do PIB do estado, mas já chegaram ao dobro disso. Só a Repar gera mais de R$ 2 bilhões anuais em ICMS, o que representa mais de 80% da arrecadação da cidade de Araucária, onde está localizada.  “Como uma empresa estatal, a Petrobrás tem compromissos não só com o desenvolvimento econômico, mas também social. Infelizmente, nós não vemos isso na atual gestão.

 

 

A SIX, que tem capacidade instalada para o processamento de 5.880 toneladas diárias de xisto pirobetuminoso, é responsável por mais de 50% de toda a arrecadação do município de São Mateus. O xisto gera óleo combustível, nafta, gás combustível, gás liquefeito e enxofre, além de outros derivados que podem ser utilizados nas indústrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica.

 

“Temer fez a opção pela subserviência”

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, destacou que os cortes nos investimentos da Petrobrás e as privatizações de subsidiárias e de vários ativos estratégicos da empresa é por uma opção do governo. “Esse governo ilegítimo fez uma opção pela subserviência e por um Estado mínimo. Ele (Temer) acredita nisso e foi colocado lá para isso”, afirmou, lembrando que a Petrobrás sempre sofreu perseguição por parte dos entreguistas de plantão.

 

“A nossa empresa foi criada através de um movimento de massas, a campanha ‘O petróleo é nosso’, e a gente vem resistindo bravamente aos ataques contra ela”, destacou Zé Maria, contextualizando os diversos momentos em que a Petrobrás foi alvo de golpes, desde o governo Getúlio Vargas, passando pela deposição de João Goulart e mais recentemente o impeachment da presidente Dilma.  “A nós, cabe a resistência sempre, como estamos fazendo e não vamos abaixar a cabeça para esses golpistas”, avisou.

 

Agenda de resistência

Ao final do debate, o deputado estadual Tadeu Veneri elencou as principais propostas para barrar o desmonte da Petrobrás no Paraná:

  • Organizar visitas formais de uma comissão de deputados estaduais às unidades da Petrobrás no Paraná, com acompanhamento dos sindicatos.
  • Criar o Comitê de Defesa Permanente da Fafen-PR
  • Realizar audiências públicas nas Câmaras de Vereadores de Araucária, São Mateus e de Curitiba
  • Denunciar constantemente no plenário da ALEP os impactos da privatização e desmonte das unidades da Petrobrás no Paraná

FUP

Segunda, 09 Outubro 2017 17:01

Evento acontece nesta terça-feira (10), às 09h30, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep)

Sexta, 10 Julho 2015 19:15

Será na próxima segunda-feira (13), às 14h30, no Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep)

Jornal Revista

Edição Nº 1418

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