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Terça, 05 Novembro 2019 16:11

Para o presidente do Sindipetro Paraná e Santa Catarina e um dos autores da Ação, Mário Dal Zot, nesse leilão há uma redução excessiva das exigências de conteúdo local e excedentes de óleo.

Terça, 05 Junho 2018 16:40

Mário também falou aos deputados sobre os prejuízos das privatizações à sociedade. Assista aos vídeos!

Segunda, 09 Novembro 2015 21:11

O presidente do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, Mário Alberto Dal Zot, discursou aos petroleiros em greve e militantes dos movimentos sociais no piquete da Repar, na manhã desta segunda-feira (09).


Dal Zot disse que recebeu muitos questionamentos sobre quais ações serão tomadas com relação aos empregados que furam a greve. “Primeiro estamos brigando na Justiça para que não recebam as horas extras, que são verdadeiras propinas que estão sendo prometidas para esses pelegos corruptos, verdadeiros filhotes de Paulo Roberto Costa”, afirmou.

 

Mário falou que o Sindicato vai seguir as regras estatutárias para julgá-los. “Muita gente pede a expulsão dos pelegos que estão furando a greve. Não fizemos isso porque temos um estatuto que deve ser cumprido, no qual prevê a criação de comissões de ética para analisar os fatos. Basicamente fazer o que a empresa não faz, dar a oportunidade do contraditório, da ampla defesa com os devidos prazos. Nosso estatuto é a lei do Sindicato. Ainda durante essa greve vamos chamar assembleias para eleger as comissões, que vão fazer os relatórios a serem apresentados em uma nova assembleia. Aí sim poderá ou não ocorrer a penalização para quem quer que seja que descumpriu uma determinação de assembleia e furou o movimento”, explicou.


Ele ainda fez duras críticas contra os fura-greves. “Se fossem realmente necessários à empresa, os gestores os tinham colocado para dentro da refinaria antes da greve. Se não entenderam esse recado que seus chefes passaram, vão ser convencidos com o tempo ou vão usar o crachá da Chevron, da Exxon ou da Shell no futuro. É para isso que eles estão lá dentro. São contra esse movimento que quer impedir a venda e o desmantelamento da Petrobrás”.


O presidente do Sindicato ainda reforçou o comunicado da FUP, no qual a orientação é para os grevistas não cederem às convocações da empresa para retornarem ao trabalho. “Queremos continuar com o movimento firme e forte. Não aceitem as intimidações por telegrama ou telefone. Tragam esses registros para o Sindicato. Assim vamos poder caracterizar esse assédio perante a Justiça. Durante a greve, o contrato de trabalho está suspenso e não devemos subordinação para esses gerentes ou supervisores. A greve nos permite fazer isso”, alertou.

Terça, 25 Agosto 2015 12:54

O projeto de lei federal que regulamenta os contratos de terceirização (30/2015) foi criticado durante seminário realizado na última sexta-feira (21), na Câmara Municipal de Curitiba, por proposição do vereador Jorge Bernardi (PDT). Foi aprovada, durante o evento, uma carta aos senadores de repúdio à matéria que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e agora tramita no Senado.

“Hoje é um dia histórico para Curitiba, os trabalhadores e o movimento sindical. Não podemos perder conquistas de décadas sem que haja uma resistência. Esperamos que o projeto seja arquivado”, disse Bernardi. Os trabalhadores também assinaram a petição nacional contrária à terceirização. Segundo a ex-vereadora e ex-deputada federal Dra. Clair a ideia é conseguir mais de um milhão de assinaturas.

Procurador do Ministério Público do Trabalho, Alberto Emiliano de Oliveira Neto avaliou que a lei pulverizaria o movimento sindical. O auditor Luiz Fernando Busnardo, superintendente em exercício da Delegacia Regional do Trabalho (DRT/PR), comparou a aprovação do projeto à revogação da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

“O empresário brasileiro, em sua maior parte, não quer mais ser empregador. O terceirizado recebe salários menores e há a terceirização do próprio trabalhador, que abre mão de direito trabalhistas para ser prestador de serviços, sendo obrigado a abrir uma empresa e emitir nota fiscal”, defendeu Busnardo.

“Somos contra. A terceirização é precarizar, retirar direitos do trabalhador. Os senadores podem ir contra o projeto, se houver uma mobilização”, declarou o vice-presidente da Força Sindical, Nelson Silva, que pediu aos vereadores o debate da proposta de lei.  O presidente do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR/SC), Mário Dal Zot, disse que em seu segmento, mesmo sem a regulamentação, 75% dos trabalhadores já são terceirizados.

“Fomos impedidos de entrar na Câmara dos Deputados para debater o projeto, mas soubemos que o empresariado estava em massa. A proposta de lei na verdade desregulamenta, precariza, escraviza. A cada cinco mortes na nossa categoria, quatro são de companheiros terceirizados”, alertou Dal Zot.

“Onde estão os defensores do projeto? Só vejo falas contrárias. A terceirização é irmã da corrupção eleitoral. É só comparar quem foram os doadores às campanhas dos deputados que votaram contra os trabalhadores”, falou Ulisses Kaniak, diretor do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR). O presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região (Sindimoc), Anderson Teixeira, defendeu que “enquanto votarmos no dono da vaca, não adianta reclamar do preço do leite”. “Vamos a Brasília ocupar o Congresso”, convocou.

Presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio Ambiente (Fenatema), Eduardo Anunciato (Chicão), disse que a lei acabaria com “todos os direitos trabalhistas, que já não são bons”. “Tem um risco muito grande. No tratamento da água, por exemplo, os trabalhadores são altamente qualificados. Se um produto for colocado em quantidade errada, pode matar lentamente a população.”

Diversas entidades acompanharam o debate, como o Fórum Paranaense Contra a Terceirização, a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), a Associação dos Advogados Trabalhistas do Paraná (AATPR), a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Também participaram do seminário os sindicatos que representam os motoristas e cobradores de ônibus, a Guarda Municipal de Curitiba, médicos, arquitetos, metalúrgicos e trabalhadores dos Correios, entre outras categorias. Os vereadores Professora Josete (PT) e Rogério Campos (PSC) acompanharam o evento.

Mais fotos do seminário estão no Flickr da Câmara de Curitiba.

Fonte: CMC

Quinta, 25 Setembro 2014 19:33

Programa desta semana tem como pauta as sucessivas tentativas patronais de implantar este modelo de precarização nas relações de trabalho

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