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Sexta, 29 Maio 2015 18:25

Petroleiros de todo país realizaram protestos nesta sexta-feira (29), Dia Nacional de Paralisação, convocado pelas centrais sindicais e organizações dos movimentos sociais.  A pauta é bastante extensa, já que a classe trabalhadora vem sofrendo mais ataques aos seus direitos nesta nova legislatura do Congresso Nacional do que em todo o Regime Militar (1964 – 1985), conforme avaliação da Central Única dos Trabalhadores.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4330/2004, que libera as terceirizações até nas atividades-fim das empresas, e uma série de outras medidas que limitam o acesso aos benefícios como seguro-desemprego, pensão por morte, abono salarial e previdência social. Já o conjunto de medidas de ajuste fiscal do governo, elaborado pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sem qualquer diálogo com a sociedade, retira verbas de áreas essenciais para a classe trabalhadora, como saúde, educação e habitação. Enquanto isso, a taxação das grandes fortunas, que poderia gerar R$ 6 bilhões de impostos anuais à União, não avança. A política de austeridade retira das classes mais necessitadas e preserva as elites.

Os trabalhadores deixaram evidente o descontentamento com a agenda política e realizam uma série de manifestações nesta sexta. Nas bases do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, o principal protesto foi realizado pelos petroleiros da Usina do Xisto, em São Mateus do Sul. Não houve a rendição do turno das 07h30 e os trabalhadores foram até a Sede regional do Sindicato, onde participaram de um debate sobre a conjuntura política e os ataques aos direitos. Na oportunidade, foi dado início à construção de um documento em defesa do Projeto SIX (Superintendência do Xisto), a ser encaminhado à gerência da SIX e à FUP. A proposta será levada aos demais grupos de turno e trabalhadores do administrativo para construir uma pauta única.

Na Repar ocorreram problemas que levaram ao cancelamento da atividade prevista. O Sindipetro Paraná e Santa Catarina e militantes do MST bloqueariam a BR 116, na altura do CEASA (Centro de Abastecimento Alimentar), o que impediria o acesso às demais rodovias, inclusive a que dá acesso à refinaria (Rodovia do Xisto), mas falhas na logística atrapalharam a chegada do pessoal o MST a tempo de realizar a manifestação. No entanto, os militantes impediram por mais de três horas o tráfego de veículos no Contorno Sul.

O Sindicato recebeu informações de que os gestores da Repar anteciparam a chegada de ônibus e vans do seu contingente pelego para frustrar o movimento. A mesma orientação teria sido dada aos terceirizados. Trata-se de uma postura lamentável, tanto por parte dos gestores, quanto por parte dos funcionários que acataram tal determinação. Se por um lado a estratégia da empresa faz parte de um jogo sujo na luta de classes; por outro, a participação de empregados é um ato vil e covarde.

Em Curitiba, dirigentes do Sindipetro Paraná e Santa Catarina participaram, a partir das 10 horas, da marcha dos servidores públicos, ato que faz parte do Dia Nacional de Paralisações. Dezenas de milhares trabalhadores do funcionalismo estadual saíram em passeata da Praça 19 de dezembro até o Centro Cívico para protestar contra o governador Beto Richa (PSDB), que está envolvido em esquemas de corrupção e enfrenta uma greve geral dos servidores por oferecer reajustes que sequer recompõe a inflação.

Na capital catarinense, o Sindipetro se une aos demais sindicatos e movimentos na manifestação que acontece a partir das 15h30, no Ticen (Terminal de Integração do Centro). A atividade é convocada pela CUT-SC e contará com paralisação do transporte público de Florianópolis.

O Dia Nacional de Luta mostra a reação dos trabalhadores à atual pauta política e econômica do país. Se os governantes, parlamentares, empresários e as elites não recuarem, as organizações dos trabalhadores e movimentos sociais devem partir para a construção de uma greve geral.

Quinta, 28 Maio 2015 14:42

Nesta sexta-feira (29), centrais sindicais e organizações dos movimentos sociais farão grandes manifestações em todo o país. A pauta é bastante extensa, pois motivos que causam descontentamento na classe trabalhadora não faltam. A avaliação da CUT é de que o Congresso Nacional aprovou nestes cinco meses da nova legislatura mais ataques aos direitos dos trabalhadores do que em todo o Regime Militar (1964 – 1985).

A Câmara dos Deputados tem honrado o título de a mais conservadora desde o início da ditadura, conforme estudo do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). Os parlamentares já aprovaram o Projeto de Lei 4330/2004, que escancara as terceirizações ao liberá-las até nas atividades-fim das empresas; as medidas que limitam o acesso aos benefícios como seguro-desemprego, pensão por morte, abono salarial e previdência social.  

O conjunto de medidas de ajuste fiscal do governo, elaborado pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sem qualquer diálogo com a sociedade, retira verbas de áreas essenciais para a classe trabalhadora, como saúde, educação e habitação. Enquanto isso, a taxação das grandes fortunas, que poderia gerar R$ 6 bilhões de impostos anuais à União, não avança. A política de austeridade retira das classes mais necessitadas e preserva as elites.

Por todas estas razões, os trabalhadores e suas entidades de representação irão tomar ruas, fábricas, rodovias, praças e espaços públicos neste Dia Nacional de Paralisação. “Será um dia para mostrar a reação dos trabalhadores à atual pauta política e econômica do país. Se os governantes, parlamentares, empresários e as elites não recuarem, vamos partir para uma greve geral”, alerta Mário Dal Zot, presidente do Sindipetro PR e SC.

Quarta, 13 Maio 2015 20:10

O curso “Investigação e Análise de Acidentes de Trabalho” será realizado nos dias 28 e 29 de maio, na sede do Sindipetro PR e SC, em Curitiba. O evento é uma parceria do Sindicato com a Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego, e conta com o apoio do Sindiquímica-PR (Sindicato dos Petroquímicos do Paraná).

No primeiro dia, o secretário de SMS da FUP, Silvaney Bernardi, abre as atividades com o painel “Política de Saúde, Meio Ambiente e Segurança da Petrobrás”. Na sequência, o curso prossegue com “o método da árvore de causas na investigação e análise de acidentes de trabalho”, ministrado por Leonidas Ramos Pandaggis, da Fundacentro. Leonidas é engenheiro de minas e de segurança do trabalho, mestre em engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e gerente da Coordenação de Segurança no Processo de Trabalho do Centro Técnico Nacional da Fundacentro.

O curso é aberto e tem por objetivo propiciar aos participantes a iniciação teórica e prática ao Método da Árvore de Causas, fornecendo elementos necessários a uma melhor compreensão do fenômeno acidente de maneira que se tornem capazes de, na investigação e análise de acidentes do trabalho, obter um número maior de informações sobre sua constituição, estrutura e natureza, condição imprescindível à formulação e adoção de medidas de prevenção eficazes.

Os interessados devem confirmar a participação pelo telefone (41) 3332-4554.



Terça, 05 Maio 2015 20:07

A Direção Executiva da Federação Única dos Petroleiros (FUP) deliberou que suas reuniões ordinárias serão itinerantes e realizadas nas bases dos sindicatos filiados. Cada encontro contará com plenárias junto aos movimentos sociais de cada região, atos nas unidades, além dos debates pontuais.

A base do Paraná foi a primeira escolhida para sediar a reunião da Direção da FUP. Os dirigentes da Federação participaram nesta terça-feira (05), em Curitiba, do ato civil em apoio aos professores do Paraná.

Na manhã desta quarta (06) a FUP, juntamente com o Sindipetro PR e SC e o Sindiquímica PR, promove um ato político na Repar sobre os 20 anos da greve de 1995 e um bate papo para apresentar a nova direção da FUP.

Após a atividade na refinaria, os dirigentes da FUP e dos sindicatos se reúnem na sede do Sindiquímica PR. Na quinta (06) e sexta-feira (07) a Federação debate sua pauta no Sindipetro PR e SC.

Quinta, 30 Abril 2015 15:03

Confira a programação das atividades no Paraná e Santa Catarina

Terça, 07 Abril 2015 19:03

A CUT, FUP e demais centrais sindicais junto aos movimentos sociais do campo e da cidade já estão em peso em Brasília, no Congresso Nacional, se manifestando contra a votação do Projeto de Lei 4330, de autoria do ex-deputado Sandro Mabel, que possibilita a terceirização de atividade fim e que precariza ainda mais as relações de trabalho dos terceirizados em todo país.

Os sindicatos dos petroleiros também realizam manifestações contra o Projeto de Lei, paralelamente ao ato de Brasília, em diversos estados do país.

Clique aqui para acompanhar a transmissão ao vivo da manifestação.

Confira 10 motivos para ser contra o projeto:

Demissão em Massa – Os terceirizados recebem em média 25% a menos que os contratados diretamente e tem jornada de trabalho em Média 22% maior, ficando muito mais barato terceirizar do que contratar diretamente.

Adoecimento e morte no local de trabalho – Os terceirizados respondem por 82% das mortes e adoecimento de trabalhadores no local de trabalho. Com a terceirização escancarada os números de mortes e adoecimentos só tende a aumentar.

Precarização sem limites – o trabalhador hoje tem em sua defesa o enunciado 331 da CLT que proíbe a terceirização em atividades fins. Todo serviço poderá ser terceirizado e com isso aumentará ainda mais a rotatividade de trabalho em busca do menor custo e a ameaça constante dá demissão recairá sobre todos os trabalhadores.

Nenhum direito trabalhista – O projeto prevê que seja uma relação entre duas empresas, buscando eximir totalmente as empresas contratantes de qualquer responsabilidade. Na prática hoje há um grande número de empresas terceirizado rãs que somem do dia para a noite e os trabalhadores ficam sem receber nada. Já vimos isso com as cooperativas de trabalho.

Sem qualquer controle – Por ser uma relação entre duas empresas não existe qualquer possibilidade de fiscalização ou acompanhamento por parte do Ministério do Trabalho ou dos sindicatos, será uma relação simples e desigual entre o patrão e o trabalhador. Podemos ver exemplos dessa relação desigual nas sucessivas autuações do Ministério do Trabalho no tocante a trabalho análogo ao escravo que se repetem a cada dia.

Sem representação sindical - O projeto fragiliza a organização dos trabalhadores que terão sua representatividade pulverizada facilitando a exploração do trabalho. A importância da representação dos trabalhadores em processos de negociação é reconhecida e apoiada inclusive pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) onde estão representados Trabalhadores, Estados e Empregadores.

Riscos à previdência pública e às aposentadorias - O projeto incentiva a rotatividade de mão de obra e a precarização com os trabalhadores ficando por diversas vezes sem receber salários e sem que as verbas referentes ao INSS e ao FGTS sejam recolhidas e com tal prática a aposentadoria de milhões de trabalhadores e até mesmo a previdência pública ficam ameaçadas.

Fim do concurso público – O projeto permite a terceirização em todos os níveis (Federal, Estadual e Municipal) acabando com o concurso público. Acabam todas as formas de contratação conforme o estabelecido na Constituição e passam a valer as regras do mercado. Acabam os sonhos de milhões de brasileiros em conseguir um emprego público decente. Um exemplo disso é a Petrobrás que tem hoje cerca de 70% de terceirizados no seu quadro.

Ilegalidades – O projeto contraria preceitos fundamentais da Constituição Federal, sobretudo os expressos no art. 7º, que consagra o princípio da progressividade dos direitos sociais, e preconiza a redução dos riscos inerentes à saúde do trabalhador. O citado projeto atento contra a essência de pilares históricos do Direito do Trabalho, previstos nos artigos 2º e 3º da CLT, que estabelecem a regra geral de o tomador dos serviços ser presumido como empregador.

Insegurança jurídica e social – O projeto só garante alguma segurança jurídica aos empregadores e total desamparo jurídico aos milhões de trabalhadores. Defendemos a regulamentação equilibrada onde se garantam os direitos trabalhistas básicos. O que teremos com a aprovação do mesmo é uma grande insegurança social que pode ter consequências trágicas para a jovem democracia brasileira.

Fonte: FUP

Quarta, 04 Fevereiro 2015 17:09

Sindipetro, Sindiquímica e Sindimont realizam manifestação nesta quinta-feira (05), em frente à Repar

Sexta, 22 Agosto 2014 14:55

Morte de operador da REMAN provocou atos da categoria em todo país. Estatísticas são alarmantes: um petroleiro morre a cada 20 dias na Petrobrás

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