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Sexta, 08 Fevereiro 2019 18:14

Fornecimento do transporte gratuito pela Transpetro é fruto de ação judicial movida pelo Sindipetro PR e SC.

Segunda, 30 Abril 2018 15:19

Principal ato do país terá Beth Carvalho, Ana Cañas e Renegado, e unirá CUT, Força Sindical, CTB, NCST, UGT, CSB e Intersindical em defesa dos direitos e pela liberdade de Lula

Terça, 10 Abril 2018 16:16

Diante dos graves ataques ao Estado Democrático de Direito, que se acirram com a prisão política do ex-presidente Lula, a FUP transferiu para Curitiba as atividades sindicais que seriam realizadas esta semana no Rio de Janeiro. A orientação é que os petroleiros se somem às demais categorias e movimentos sociais na construção e realização dos atos e mobilizações convocados pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo para denunciar as arbitrariedades contra Lula e exigir seu direito à liberdade.

 

“A prisão de Lula é parte essencial do Golpe que está em curso contra o povo brasileiro. A ofensiva conservadora que liderou o impeachment contra a presidenta Dilma, provocou o assassinato de Marielle Franco, se manifesta também na prisão do Presidente Lula. Lula é um preso político, sua prisão inaugura um novo ciclo do golpe e nos desafia a ampliar nossa capacidade de luta e resistência”, afirmam as frentes, em manifesto unitário divulgado no final de sábado.

 

Estão sendo montados acampamentos permanentes em Curitiba e em Brasília. Na capital federal, a resistência será na Praça dos Três Poderes, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde, na próxima quarta-feira, 11, deve ser julgado um pedido de liminar feito pelo Partido Ecológico Nacional (PEN) para suspender a execução da pena de condenados em segunda instância. Nesse dia, haverá uma mobilização nacional em todo o país e nas embaixadas do exterior. A ideia é que os movimentos sociais realizem atos permanentes no STF pela liberdade de Lula. 

 

“Precisamos nos preparar para um processo de luta de curto, médio ou longo prazo. Para isso a construção de ações unitárias em todo país é crucial ampliando nossa capacidade de diálogo com a sociedade. Isso se traduz na mobilização de todas as forças progressistas”, ressaltam os movimentos sociais no manifesto das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

 

Uma das principais frentes de resistência está em curso em Curitiba, onde os petroleiros e petroquímicos já estão acampados desde sábado, 07, e foram vítimas de uma ação covarde e arbitrária da Polícia paranaense, que atacou com bombas e balas de borracha os milhares de manifestantes que aguardavam a chegada de Lula à sede da Polícia Federal. Apesar da violência, os trabalhadores não se intimidaram e reorganizaram o Acampamento, que já conta com a participação de diversas organizações sindicais e populares, que estão chegando a Curitiba em caravanas de várias regiões do país.

 

A capital paranaense, portanto, é de agora em diante a capital da resistência nacional pela reconstrução da democracia no Brasil e pela libertação de Lula. Os dirigentes da FUP e de seus sindicatos estarão em Curitiba nos próximos dias para fortalecer essa agenda unitária de luta, que envolve todas as forças progressistas e democráticas do país.

 

Nos dias 10 e 11 de abril, a FUP e seus sindicatos realizam um Seminário Nacional para apontar alternativas ao equacionamento do Plano Petros-1 e um Conselho Deliberativo onde serão definidos encaminhamentos para a categoria petroleira. A FUP também se somará as atividades das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo:

 

11 de Abril: Dia Nacional de Mobilização em Defesa de Lula Livre.
11 Abril: Manifestações em todas as embaixadas do Brasil no exterior.
10 e 11 de Abril: Ato com juristas em Brasília.
14 de Abril: Atos em todo país: “Marielle Vive, Lula Livre”.
17 de Abril: Dia nacional de mobilização contra a Rede Globo.
26 de Abril: Ato em defesa da Petrobrás no Rio.
1º de Maio: Dia do trabalhador/a em defesa dos Direitos e Liberdade para Lula.

 

[FUP| Arte com foto de Francisco Proner]

Quarta, 08 Junho 2016 18:11

 

 

O Sindipetro PR e SC apoia a luta pelo direito à moradia digna e manifesta solidariedade à Ocupação Tiradentes, que reúne cerca de 800 famílias na Cidade Industrial, Região Sul de Curitiba e que está sob ameaça de despejo. Desde 17 de abril de 2015, a Ocupação Tiradentes é o espaço de moradia e de luta, garantindo a subsistência de centenas de pessoas.

 

Apesar de explícitas irregularidades sobre a propriedade do terreno, uma recente decisão judicial ordenou o despejo das 800 famílias moradoras da Ocupação Tiradentes. Esta decisão ignora as tentativas de negociação feitas pelas famílias com órgãos públicos do Governo do Estado e da Prefeitura de Curitiba e atende apenas aos interesses empresariais do lixão ESSENCIS em ampliar seu aterro, colocando em risco o meio ambiente e a saúde pública. Deseja-se jogar centenas de famílias nas ruas de Curitiba, sem qualquer assistência ou amparo, para que a empresa possa despejar impunemente seu lixo no terreno.

 

A situação se torna mais dramática diante do atual momento político e social. Com o crescente desemprego e a instabilidade econômica, as famílias não conseguem se manter pagando aluguel. Além disso, durante a tentativa de negociação para que essas pessoas não sejam simplesmente despejadas nas ruas sem qualquer ação que venha minimizar o problema, a COHAB Curitiba, a Prefeitura e o Governo do Estado não apresentaram qualquer proposta a não ser o despejo.

 

Além disso, desde novembro de 2015 o Prefeito Gustavo Fruet se comprometeu em regulamentar a Lei do Aluguel Social, mas até agora nada foi feito. Essa Lei trata-se de uma conquista das trabalhadoras e dos trabalhadores sem teto de Curitiba, que tramitou e foi aprovado na Câmara de Vereadores após muita luta e que está engavetada por falta de vontade política.

 

Desta forma, viemos alertar os efeitos dramáticos que o despejo forçado das famílias pode causar e apelar para que todas as vias institucionais de negociação sejam realizadas. Não é justo que centenas de famílias sejam despejas sem qualquer alternativa habitacional. Esperamos que reine o bom senso e não vejamos um conflito violento contra trabalhadores/as sem-teto.

 

Justiça e Moradia digna para as famílias da Ocupação Tiradentes!

Terça, 26 Abril 2016 18:21

Uma agenda intensa de atividades populares precede o 1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador – em Curitiba. A primeira delas é um seminário com o tema “Não abro mão da democracia e dos direitos trabalhistas”. Organizado pelo Sindipetro PR e SC, Sindiquímica-PR, Sintracon e o mandato do deputado estadual Tadeu Veneri, o evento vai debater os caminhos para fazer a resistência à ofensiva liberal em curso na sociedade brasileira. Será nesta quarta-feira (27), a partir das 19h00, no auditório do Sintracon Curitiba (R. Trajano Reis, 538, São Francisco).

 

Na quinta-feira (28) é dia de lembrar das vítimas de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho durante debate na Faculdade de Direito da UFPR (Praça Santos Andrade, 50, Centro). A atividade é promovida pelo Núcleo de Prática Jurídica e Projeto de Extensão Acesso à Seguridade Social, em parceria com o Sindipetro PR e SC e o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região.

 

A sexta-feira (29) será ainda mais agitada. A data marca um ano do Massacre do Centro Cívico, episódio comandado pelo governador Beto Richa (PSDB) e seu então secretário de segurança Fernando Francischini que deixou centenas de professores e servidores estaduais feridos. Segundo a organização do ato, a programação inclui uma caminhada com concentração às 10h na Praça Santos Andrade, apresentações no local do massacre às 12h e um show com a banda Detononautas, às 15h30, na Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico.

 

Ainda na sexta-feira (29), porém mais cedo, petroleiros e petroquímicos realizam um ato em frente à Repar, em Araucária, por volta das 07h00, em alusão ao Dia Internacional do Trabalhador, repúdio ao Massacre do Centro Cívico e na defesa da democracia e dos direitos trabalhistas e civis.  

 

A semana de atividades em Curitiba será encerrada com a manifestação do Dia do Trabalhador, no domingo (01), na Praça Rui Barbosa. O evento contará com protesto, atividades culturais e para crianças.

 

:: Agenda de atividades

 

Quarta-feira – 27/04 | 19h00

Seminário “Não abro mão da democracia e dos direitos trabalhistas”

Local: Sintracon (Trajano Reis, 538, São Francisco)

 

Quinta-feira – 28/04 | 18h30

Debate: “Em memória das vítimas de acidentes no trabalho”

Local: UFPR Santos Andrade (1º andar – Sala 101)

 

Sexta-feira – 29/04 | 07h00

Ato dos petroleiros e petroquímicos em frente à Repar

Em defesa da democracia, dos direitos trabalhistas e civis, em repúdio ao Massacre do Centro Cívico e em celebração do 1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador

 

Sexta-feira – 29/04 | 10h00

Ato 1 ano do massacre do Centro Cívico

10h00: Passeata – concentração na Praça Santos Andrade

12h00: Ato no Centro Cívico (Praça N. S. de Salete)

15h30: Show com a banda Detonautas (Praça N. S. de Salete)

 

Domingo – 01/05 | 14h00

Ato do Dia do Trabalhador

Atividades culturais e p/ crianças

Local: Praça Rui Barbosa

 

Sexta, 18 Março 2016 02:32

 

A sede da Central Única dos Trabalhadores do Paraná foi alvo de novo ataque durante a noite desta sexta-feira. Por volta das 22h uma pessoa atirou rojões contra a sede da entidade para na sequência correr. Um segurança presente no local presenciou a fuga e em seguida avisou a direção da CUT Paraná que prontamente acionou a Polícia Militar. Ninguém ficou ferido.

 

Este é o segundo ataque ( http://migre.me/tgpGO ) contra a sede CUT Paraná em menos de 24 horas. Na madrugada desta quinta-feira, às 0h05 o local foi pichado e teve sua porta de vidro quebrada, alvo de pedras que foram lançadas por vândalos.

 

A CUT Paraná entende a manutenção do Estado Democrático de Dreito, bem como o exercício da livre manifestação, devem ser o norte de todos os atores no atual cenário político e social do Brasil. Assim como as autoridades devem estar atentas ao crescimento da onda de violência contra movimentos sociais e setores populares da sociedade.

 

Esse ato de violência, reiterado, serve como estímulo para levantarmos as nossas bandeiras em defesa da democracia e do Estado Democrático de Direito. Por isso convidamos todos e todas para que estejam presentes na Praça Santos Andrade a partir das 18h.

Terça, 04 Novembro 2014 18:51

Para dar continuidade à luta pela reforma política com participação popular, representantes de diversas categorias de trabalhadores e militantes dos movimentos sociais foram às ruas nesta terça-feira, em todas as capitais, para pressionar o Congresso Nacional a convocar uma Assembleia Constituinte exclusiva sobre o tema.

Em Curitiba, dirigentes do Sindipetro Paraná e Santa Catarina se uniram aos bancários, professores, jornalistas e membros da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) e fizeram uma manifestação ao meio-dia na Boca Maldita, tradicional local de atos políticos da capital paranaense.

Para Gustavo Erwin, o “Red”, articulador da CMS, o momento é de pressão. “As manifestações de hoje são importantes porque a presidenta Dilma, logo após a confirmação da sua reeleição, já reafirmou a necessidade de uma constituinte oficial para a reforma política. Isso já provocou uma reação dos setores conservadores do Congresso, que impuseram uma derrota  no Decreto da Política Nacional de Participação Social e já se organizam para impedir qualquer possibilidade de uma reforma política com constituinte exclusiva. Os movimentos sociais, sindical e popular precisam ir às ruas para fortalecer a posição da presidenta e fazer valer esse processo de mobilização fantástico que foi o plebiscito popular, que colheu cerca de 8 milhões de votos, dos quais 97% disseram sim à constituinte exclusiva”, afirmou.

Próximos passos
As entidades que organizaram o plebiscito popular defiram por aprofundar o debate nas regiões por meio de audiências públicas nas assembleias legislativas e câmaras municipais, entre os dias 9 e 15 de novembro, quando a campanha completa um ano.

O objetivo é fazer com que o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 1508/2014, protocolado na última quinta-feira (30), seja aprovado na Câmara. O texto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça.

O texto com a assinatura de 185 deputados, 15 acima do mínimo exigido, estabelece o prazo de até dois anos para a convocação do plebiscito após a aprovação do projeto.

Da mesma forma que na etapa simbólica a consulta oficial traria uma única pergunta: “Você é a favor de uma Assembleia Nacional Exclusiva e Soberana sobre o Sistema Político?”. Caso o sim vença, o PDL determina que o Tribunal Superior Eleitoral chame uma Assembleia Constituinte eleita exclusivamente para discutir mudanças no sistema político.

Terça, 15 Outubro 2013 16:49

Atos em diversas cidades do país serão realizados nesta quinta-feira (17) para impedir a entrega do patrimônio do povo ao mercado privado e às multinacionais do petróleo. Em Curitiba, a manifestação será na Boca Maldita, a partir das 16h30

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Edição Nº 1418

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