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Terça, 18 Outubro 2016 12:57

 

A área industrial de Araucária amanheceu em luto nesta terça-feira (18). Dois protestos em memória do montador de andaimes Ademir de Barga, vítima de acidente de trabalho ocorrido ontem (17), na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen-PR), mobilizaram petroleiros, petroquímicos e trabalhadores da montagem e manutenção industrial.

 

Barga era contratado da empresa Manserv e sofreu uma queda do primeiro patamar do reator da unidade 11 da Fafen-PR, uma altura aproximada de 9 metros, durante a manutenção do equipamento.

 

A primeira aconteceu em frente à Fafen-PR e reuniu centenas de trabalhadores das diversas categorias que atuam na área industrial. A segunda ocorreu na Repar, com ato e atraso no expediente da refinaria.

 

Para o presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Dal Zot, o acidente é consequência da política precária de segurança do Sistema Petrobras. “Em vez de investir em treinamento e capacitação, a empresa prioriza os procedimentos. Isso serve claramente para tirar responsabilidades dos gestores e da companhia e jogar a culpa do acidente na vítima”, afirmou. “Para a empresa é só mais um número; para nós é a perda de um companheiro. Enquanto os verdadeiros responsáveis não responderem cível e criminalmente por seus atos, os acidentes continuarão a fazer parte da rotina da Petrobras”, completou.

 

O diretor do Sindiquímica-PR e secretário de Saúde e Segurança da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Gerson Luiz Castellano, criticou os danos causados pela terceirização, uma vez que a vítima estava há muitos anos lotada na Fafen-PR como terceiro, sem nenhum amparo de segurança. Para ele, a produtividade foi colocada acima da vida, tirando, de mais um trabalhador, o direito de viver. “O dia a dia dentro da Fafen-PR é de tensão, pois os trabalhadores são pressionados o tempo todo. Para os terceirizados, o problema é ainda mais greve, pois sofrem com mais assédio moral e menos condições de segurança para realização das suas atividades. É uma política de punição, ao invés de soluções, onde inclusive recentemente um trabalhador sofreu um acidente e ainda foi advertido pela gerência”, contou.

 

Por mais contraditório que seja, o gerente da Fafen-PR deixou o cargo recentemente para assumir a Política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) da Petrobrás. “A gente fica assustado, porque é esse gerente que está à frente das políticas de segurança da empresa. A vida é muito preciosa para que alguns gestores brinquem com ela”, afirma Castellano.

 

Ademir tinha apenas 39 anos e deixou a esposa, Kelly Paranha de Barga, a filha Pamela Lara de Barga (20) e o filho Vitor Hugo de Barga (8). Uma família inteira arrasada pela irresponsabilidade da Petrobras. 

Segunda, 17 Outubro 2016 17:37

 

Na manhã de hoje (17), um trabalhador terceirizado da empresa MANSERV foi vítima fatal de um acidente na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen-PR). O funcionário sofreu uma queda de uma altura de aproximadamente 9 metros durante a manutenção na unidade.

 

Para a diretoria do Sindiquímica-PR, essa foi uma das consequências das práticas adotadas pelas últimas gerências da Fafen-PR, que praticaram assédio moral e pressão sobre os trabalhadores – sujeitos a uma rotina estressante e até a punições, em caso de acidentes.

 

Em vez de se resolver a raiz dos problemas, investindo no aumento do quadro de trabalhadores, para o fim de terceirizações e políticas de segurança, as ingerências da Petrobrás na unidade perpetuaram e até reforçaram as práticas de assédio, de violências e o risco de acidentes aos trabalhadores.

 

Novamente, percebe-se como a terceirização é danosa, pois a vítima estava há muitos anos lotada na Fafen-PR como terceiro, sem nenhum amparo de segurança. Como de costume, a produtividade foi colocada acima da vida, tirando, de mais um trabalhador, o direito de viver. “O dia a dia dentro da Fafen-PR é de tensão, pois os trabalhadores são pressionados o tempo todo. Para os terceirizados, o problema é ainda mais greve, pois sofrem com mais assédio moral e menos condições de segurança para realização das suas atividades. É uma política de punição, ao invés de soluções, onde inclusive recentemente um trabalhador sofreu um acidente e ainda foi advertido pela gerência”, conta o diretor do Sindiquímica-PR e secretário da Saúde da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Gerson Luiz Castellano.

 

Por mais contraditório que seja, o gerente da Fafen-PR deixou o cargo recentemente para assumir a Política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) da Petrobrás. “A gente fica assustado, porque é esse gerente que está à frente das políticas de segurança da empresa. A vida é muito preciosa para que alguns gestores brinquem com ela”, afirma Castellano.

 

O Sindiquímica-PR e a FUP cobrarão para que seja realizada uma investigação séria, a fim de descobrir os reais motivos desse acidente. Este foi o primeiro acidente fatal em 34 anos de operação da unidade. As entidades também, neste momento, se solidarizam à família da vítima e esperam que a empresa não tente se isentar da responsabilidade sobre o acidente, como um dos gerentes já tentou fazer hoje pela manhã.

 

Ato

Amanhã (18), às 6h30, o Sindiquímica-PR, o Sindicato dos Petroleiros do Paraná e de Santa Catarina (Sindipetro PR/SC), e o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Montagem, Manutenção e Prestação de Serviços (Sindmont) realizarão um ato em frente à Fafen-PR, como forma de indignação e revolta com o ocorrido. Os trabalhadores estão convocados para se juntar à mobilização, como forma de pressão para a prevenção dos acidentes nas unidades da Petrobrás.

Sexta, 10 Junho 2016 18:30

 

Temperaturas muito baixas e até negativas não esfriaram os ânimos dos petroleiros nesta sexta-feira (10), quando é realizada a Jornada Nacional de Mobilização, uma convocação das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que congregam movimentos populares, sindicais e estudantis.

 

Realizada em várias cidades do país, a ação protestou contra o presidente interino Michel Temer e contra os retrocessos já sinalizados nesse período de menos de um mês, desde que assumiu a presidência após o afastamento ilegítimo da presidenta Dilma Rousseff. Reforma da previdência, retrocesso nos direitos dos trabalhadores, fim do fundo soberano e da lei da partilha no pré-sal, venda de ativos da Petrobrás, privatizações, desvinculação do orçamento da educação e saúde, suspensão de programas sociais como Minha Casa, Minha Vida, Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), Programa Universidade para Todos (PROUNI) e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), criminalização e perseguição dos movimentos sociais, são algumas das medidas que foram tomadas ou apontadas por Temer. 

 

Em Araucária os termômetros registraram marcas negativas e mesmo assim os petroleiros da Repar e os petroquímicos da Fafen-PR cortaram a rendição dos turnos à zero hora. Ainda estava escuro quando os primeiros ônibus da troca de turno das 07h30 e do horário administrativo chegavam às unidades da Petrobrás, mas não era dia de trabalho e sim de protesto e mobilização. Militantes do MST espantaram o frio e chegaram à refinaria por volta das 04h00 para ajudar a categoria nos piquetes. Quando amanheceu, a vegetação totalmente coberta por uma fina camada de gelo do orvalho proporcionou uma bela paisagem para os lutadores.

 

A cena se repetiu na Usina do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul, que também registrou temperaturas negativas e paralisação de 24 horas dos petroleiros. Em Paranaguá o frio foi um pouco menos rigoroso, mas a luta dos petroleiros do Terminal Aquaviário da Transpetro (Tepar) teve intensidade similar à da Repar e SIX, com corte de rendição de turnos e greve de 24 horas. Protestos nesta sexta-feira também foram registrados nos Terminais Transpetro de Guaramirim (Temirim) e Itajaí (Tejaí).

 

Outra ação de destaque neste dia de luta foi a ocupação do Edipar, na região Central de Curitiba. Petroleiros, petroquímicos e boa parte dos militantes do MST que ocupam a sede do INCRA saíram em marcha pelas ruas do centro da capital até o edifício sede da Petrobrás no Paraná.

 

Bancários e vigilantes de Curitiba também fizeram ações nesta Jornada Nacional de Lutas. 23 agências bancárias de todos os bancos e três Centros Administrativos – Banco do Brasil da Praça Tiradentes, Caixa Econômica Federal da Praça Carlos Gomes e HSBC Palácio Avenida – ficaram fechados até as 11h00 desta sexta-feira, na região central da capital paranaense.

 

Um grande protesto na Praça Santos Andrade, durante toda a tarde, encerra o primeiro dia unificado e nacional de luta contra o governo ilegítimo de Michel Temer no Paraná.

 

 Clique aqui para ver imagens das manifestações.

Quarta, 23 Abril 2014 17:44

Nº 1325

Quinta, 10 Abril 2014 14:40

► Assembleia aprovou a reposição de dias próximos a feriados durante os horários de almoço

Sexta, 04 Abril 2014 19:48

Na próxima quinta-feira, dia 10 de abril, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina e o Sindiquímica-PR realizam assembleia com os petroleiros do horário administrativo da Repar/Fafen-PR. Será às 07 horas, em frente à refinaria.

O objetivo é informar e debater sobre o impasse da negociação com a Repar/ Fafen-PR em relação à compensação dos dias próximos a feriados. Haverá apresentação das propostas de encaminhamento e, em seguida, avaliação de deliberação sobre a ação que o os sindicatos irão tomar.

Os encaminhamentos que serão tomados dependem necessariamente da ampla participação dos interessados, ou seja, trabalhadores do administrativo. Ressalta-se que será uma assembleia, a instância máxima de decisão dos trabalhadores. Portanto, quanto maior a participação, maior será a representatividade e a possibilidade de construção de uma proposta que signifique a defesa do real interesse dos trabalhadores do HA.

Entenda o problema
Há alguns anos o Sindicato renova um acordo de compensação de dias próximos a feriados com a Repar e a FAFEN-PR, em especial natal, ano novo e carnaval, cuja regra era de redução de 15 minutos do intervalo para o almoço, com total consentimento dos petroleiros do regime administrativo.

Acontece que a atual gestão da Repar propôs mudanças na compensação, como a extensão ou adiantamento da jornada de trabalho. A alegação é de que por determinação do RH Corporativo da Petrobrás não poderá mais compensar durante o horário de almoço.

O Sindicato esclareceu que não vê problema algum em acordar a redução do intervalo, pois entende que é a opção mais benéfica para os trabalhadores e ainda se colocou à disposição para buscar a melhor solução junto à empresa. Entretanto, a gestão da Repar resolveu praticar a compensação através da antecipação da entrada depois de consultar o posicionamento corporativo. O Sindipetro e o Sindiquímica contra-atacaram e não reconhecem a compensação estipulada de forma unilateral pela Repar e FAFEN-PR e interpretam que qualquer hora excedente deve ser considerada como hora extra, ou seja, deverá ser paga.

Edital de Convocação de Assembleia nos anexos

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Edição Nº 1418

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