Mostrando itens por tag: tepar
Quarta, 13 Dezembro 2017 11:59

A Transpetro, empresa subsidiária da Petrobras, foi condenada a restabelecer o fornecimento do café da manhã (desjejum) aos empregados que trabalham no regime administrativo em Paranaguá e em Biguaçu.

 

A empresa suspendeu o desjejum dos empregados em abril de 2017 sem prévia negociação com o sindicato da categoria. No processo trabalhista a Transpetro alegou como justificativa para a suspensão do fornecimento do café da manhã a redução de despesas em suas unidades em todo o país.

 

No entanto, em decisões publicadas em 28.11.2017 e 07.12.2017, respectivamente pela 1.ª Vara do Trabalho de Paranaguá/PR e pela 1.ª Vara do Trabalho de São José/SC, foi acolhida a tese do Sindipetro PR e SC e houve o reconhecimento da nulidade do ato da empresa que suprimiu o desjejum que era fornecido há muitos anos e, portanto, já havia integrado o contrato de trabalho dos empregados, conforme previsão do art. 9.ª e 468 da CLT.

 

A sentença de Paranaguá ressaltou ainda que no Acordo Coletivo de Trabalho assinado entre as partes a Transpetro se comprometeu a supervisionar e aprimorar seu programa de alimentação, assegurando a mesma alimentação para todos os usuários em que o serviço é oferecido.

 

Além disso, ambas as sentenças condenaram a empresa a pagar um valor diário, de R$ 11,90, para cada empregado que teve suspenso o desjejum fornecido, durante o período da suspensão.

 

O advogado Christian Marcello Mañas, do Sindipetro PR e SC, enfatiza que a supressão unilateral do desjejum fornecido diariamente pela Transpetro aderiu aos contratos de trabalho dos empregados, caracterizando alteração contratual lesiva. Das decisões ainda cabe recurso pela Transpetro. (processo 0000436-20.2017.5.09.0411, da 1.ª Vara do Trabalho de Paranaguá/PR e processo 0000518-43.2017.5.12.0031, da 1.ª Vara do Trabalho de São José/SC).

 

Fonte: Sidnei Machado Advogados Associados

Terça, 11 Julho 2017 19:29

 

A gestão do Terminal Transpetro de Paranaguá (Tepar) segue à contramão do que pregam as 10 regras de ouro. Muito se é cobrado para a realização dos treinamentos teóricos. Entretanto, observa-se que a prática das tais regras não é uma conduta presente. Essa administração, focada nas aparências, tem como consequência o que todos já sabem, um acidente atrás do outro. Como a atual gestão não tem comprometimento com a segurança dos trabalhadores, sempre procura manter por debaixo dos panos os incidentes e acidentes que ocorrem.

 

Na última semana foram registrados duas ocorrências no Tepar. O primeiro foi na última terça-feira (04), durante o preparativo para uma parada de manutenção no píer, quando um trabalhador terceirizado quebrou um dedo após cair um flange de mangote em sua mão. O segundo aconteceu no domingo (09), durante a parada. Houve um incêndio no sump tank do píer. Graças à atuação força de trabalho que estava no local, o fogo foi rapidamente controlado e extinto. Como consequência, trabalhadores foram encaminhados para avaliação médica e também houve danos aos equipamentos da unidade.

 

 O sistema de combate a incêndio no Tepar está nitidamente degradado. Semanalmente se faz necessária a manutenção para sanar furos e demais problemas. O rápido controle do fogo mais uma vez livrou os trabalhadores de uma emergência com danos maiores.

 

O Sindipetro PR e SC frequentemente adverte a gestão do Tepar sobre a possível ocorrência de um acidente com danos irreversíveis aos trabalhadores ou à unidade, seja no boletins ou nas reuniões de pauta local. Os gestores, por sua vez, ignoram os alertas e mantêm suas posturas irresponsáveis ao tentarem esconder ao máximo os acidentes e não dar as tratativas necessárias. Para piorar, mesmo sem nenhuma gestão de mudança ou comunicado formal, autorizam os grupos de turno a trabalharem com efetivo menor do que o mínimo necessário para dar atendimento às eventuais emergências.

 

Um ponto positivo dessa última loucura da gestão da Companhia foi deixar evidente que alguns supervisores sabiamente não acataram tal comando irresponsável e continuam a manter o grupo mínimo de operadores, dando condições mínima de segurança a si e aos seus pares de turno.

 

Diante de todos esses acidentes, o que está claro é que a sorte tem ajudado. A dúvida é até quando ela estará ao nosso lado. 

Segunda, 10 Julho 2017 18:41

Nº 1390

Quinta, 22 Junho 2017 14:14

Nº 1389

Sexta, 02 Junho 2017 19:35

Nº 1388

Segunda, 08 Maio 2017 15:00

Nº 1387

Terça, 25 Abril 2017 18:53

Nº 1386

Sexta, 24 Março 2017 19:20

Nº 1385

Jornal Revista

Edição Nº 1418

Veja Todos os Jornais

TV Sindipetro