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Sexta, 27 Dezembro 2013 16:55

Os Petroleiros e Petroleiras do TEPAR participaram de ato em protesto contra as precarizações das condições de trabalho no Terminal, sobretudo nas atividades terceirizadas, como o que ocorreu com os Vagoneiros neste Natal: redução de efetivo e aumento da jornada de trabalho – combinação maléfica que eleva o potencial de risco das atividades e afeta a saúde dos trabalhadores.

 

O Terminal é uma das unidades mais antigas da Transpetro e passa por um processo de sucateamento, com uma série de problemas pendentes de solução, já relatados inúmeras vezes pelo Sindicato à empresa:

 

  1. A unidade sequer tem vias pavimentadas, com vários buracos e risco de encalhe nas ruas internas, dificultando qualquer medida de emergência que dependa do acesso de viaturas;
  2. A área de armazenagem de GLP, além de sucateada, encontra-se com as tubulações dos hidrantes de combate a incêndio corroídas e apresentando vazamentos. Por essa e outras pendências, como a precariedade de manutenção da Caldeira, o Sindicato deixou de reconhecer o SPIE – Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos;
  3. O sistema de combate a incêndio está subdimensionado para os níveis de riscos presentes na área.
  4. No Píer não há material de salvatagem à disposição;
  5. Ausência de uma UTI Móvel. O atendimento médico de urgência depende do apoio do SAMU e do SIATE, concorrendo com a comunidade mais carente que depende destes serviços públicos;
  6. Não há uma Plano de Socorro e Resgate em Situações de Emergência, muito menospara o atendimento de múltiplas vítimas;
  7. Não há enfermeiro, nem técnico de segurança no TEPAR nos horários de turno, sequer na condição de sobreaviso;
  8. Ausência de estrutura própria para os procedimento de emergência em turno, nem socorristas treinados e habilitados nos grupos de turno.
  9. Qualquer vítima que necessite de resgate em altura estará predestinada à sorte;
  10. As Barcaças do abastecimento de buncker continuam subdimensionadas para enfrentar as marés vazantes, representando grave risco aos trabalhadores e meio ambiente;
  11. O teor de Benzeno nas cargas aportadas não é informado aos trabalhadores;
  12. Além de diversos outros problemas crônicos, como a péssima alimentação oferecida ao pessoal de turno e a falta de uma política de transporte casa-trabalho-casa que atenda a todos e/ou ofereça segurança.

 

A resposta da empresa: PRECARIZAR AINDA MAIS!!!

 

A RESPOSTA DOS TRABALHADORES: LUTAR E CONQUISTAR!!!

 

O Sindicato convoca a todos a participarem da Assembleia que definirá os rumos deste

movimento na luta por mais segurança e saúde a todos os trabalhadores e trabalhadoras,

no dia 30 próximo, segunda-feira, às 15h30 em frente do TEPAR e às 18h00 na Regional do Sindicato em Paranaguá.

VER EDITAL EM ANEXO

Quinta, 26 Dezembro 2013 19:21

A Transpetro substituiu a tradicional brincadeira de amigo secreto pelo cinismo do amigo da onça: demitiu dez trabalhadores nas vésperas do Natal no Terminal de Paranaguá - TEPAR e tornou ainda mais precárias as condições de trabalho dos que ficaram, reduzindo as folgas no turno ininterrupto de revezamento dos vagoneiros.

Já era de conhecimento de todos que, com a partida da unidade de produção de coque na REPAR e a consequente diminuição da movimentação de escuros para o TEPAR, haveria impactos no terminal, porém, a Transpetro sorrateira aproveitou a “oportunidade” para rebaixar direitos, pois, além de reduzir de 5 para 3 trabalhadores por grupo, também reduziu de 5 para 4 grupos, pior, impôs uma jornada diária de 12 horas, ou seja, uma relação de 12 h de trabalho por 36 h de “folga”. 

Essa escala é muito nociva à saúde do trabalhador, pois gera estafa e dificuldade de recuperação do próprio organismo, que fica privado do sono e em estado de tensão devido a muitas horas de trabalho contínuo. Uma condição desumana para um trabalho que, além de tudo, exige grande esforço físico.

A sobrecarga de jornada aos trabalhadores é a expressão de um modelo perverso e incompetente de gestão, que joga todo o peso da “lucratividade” do negócio nos ombros dos trabalhadores, sem preocupação alguma com a saúde ou segurança das pessoas e meio ambiente.

A Direção da Transpetro quer atingir as suas metas de produtividade às custas da saúde dos trabalhadores, colocando em risco as comunidades vizinhas e o meio ambiente, por estar comprovado que a redução de efetivo e a precarização das condições de trabalho elevam em muito o potencial de acidentes, cite-se, como exemplo recente, o incêndio na Refinaria Presidente Getúlio Vargas – REPAR.

Sem tréguas na luta por preservação de direitos na Transpetro

Em novembro de 2012 os petroleiros do TEPAR foram solidários à luta dos vagoneiros em defesa da 5ª turma, e, juntos, venceram e preservaram esta conquista histórica em defesa da saúde. Portanto, até o Natal, estes trabalhadores seguiam a mesma tabela de turno que os empregados próprios da Transpetro.

Vamos nos mobilizar para reverter esta política sanguessuga,

lutar por mais Saúde e Segurança aos trabalhadores!

Sexta, 18 Outubro 2013 17:49

O Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina recebeu a informação de que está programado para a tarde desta sexta-feira (18) um bombeamento de gás liquefeito de petróleo (GLP) de um navio atracado no Terminal Transpetro de Paranaguá (Tepar) para a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária.

Trata-se de uma operação delicada e de altíssimo risco. O problema é que os funcionários do Tepar estão em greve desde quinta-feira (17), com índice de adesão superior a 90%, e apenas gerentes e supervisores atuam na área. Além de estarem cumprindo longas jornadas, que causam desgaste físico e psicológico, tais empregados não estão familiarizados com esse tipo de situação e são bastante consideráveis as chances de um acidente de grandes proporções, colocando em perigo os trabalhadores, a comunidade local, as instalações industriais e o meio ambiente.

O Sindicato, conforme comunicado de greve, se coloca à disposição para negociar sobre a rendição do contingente com a gerência local do Tepar a fim de garantir a segurança.

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Edição Nº 1418

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