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Sexta, 15 Novembro 2019 18:21

Com o objetivo de alertar à sociedade sobre os impactos do fim das atividades da Petrobrás no sul do Brasil, representantes do Fórum em Defesa da Petrobrás estiveram na Prefeitura Municipal de Araucária (14)

Segunda, 04 Novembro 2019 15:59

Participação dos petroleiros é fundamental para a luta contra a privatização e em defesa dos empregos.

Sexta, 01 Novembro 2019 19:23

Fumaça foi causada por problemas na Unidade de Craqueamento Catalítico da Refinaria.

Sexta, 25 Outubro 2019 19:10

Atitude da gestão da Unidade demonstra desprezo à segurança dos trabalhadores, da comunidade do entorno e dos equipamentos.

Quinta, 10 Outubro 2019 13:37

 

O processo de privatização da Refinaria Getúlio Vargas (Repar), da Petrobrás, já está em andamento. Em virtude desse cenário, o Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Araucária (SISMMAR) vem a público repudiar a ação dos governos que pretendem entregar mais uma estatal lucrativa nas mãos de empresários milionários.

 

Para entender a importância da Repar para o município de Araucária, é essencial ter conhecimento de alguns dados. A refinaria é responsável por 80% do valor total de impostos arrecadados pela cidade, sendo que todo esse dinheiro hoje é investido em serviços públicos, como educação, saúde e assistência social, entre outros.

 

Ou seja, a estatal atualmente é responsável por grande parte da verba que é destinada aos serviços que são essenciais para a população de Araucária, como escola pública e postos de saúde, entre outros. A partir do momento em que for vendida, é importante ter consciência que os empresários milionários não têm essa preocupação com a população, pois miram apenas na lucratividade.

 

Vivemos em um momento político no qual boa parte dos políticos que estão no poder tentam vender a ideia de que os serviços públicos não são bons e, por isso, as estatais devem ser vendidas. Mas, isso não é verdade, pois se hoje as famílias precisam da escola pública para que os filhos tenham uma chance de estudo, como poderiam ficar sem as creches e escolas gratuitas?

 

É uma grande ilusão acreditar que o Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo, pode ser vendido porque não atende à expectativa da população. Uma pessoa que procura atendimento público em hospitais pode até não ter o atendimento com a rapidez desejada, mas as camadas mais pobres da sociedade teriam como pagar por esses serviços? Não.

 

Assim sendo, é preciso ter em mente que dependemos desses serviços públicos e precisamos protegê-los, bem como devemos também proteger as estatais, como a Repar, que contribuem muito com o desenvolvimento dos municípios brasileiros.

 

Uma vez que essa empresa for entregue na mão de empresários, outro problema também é a precarização do trabalho. Atualmente a Repar é responsável por 12% da produção nacional de petróleo e emprega centenas de trabalhadores. Se for vendida, esses funcionários não terão mais a garantia de que seus direitos trabalhistas serão respeitados pelos empresários que só pensam em lucrar e não se importam com a saúde e dignidade do trabalhador.

 

Por todos esses motivos, o SISMMAR se manifesta contrário à privatização da Repar e de todas as outras estatais do Brasil, como é o caso dos Correios. Em defesa da soberania nacional, o sindicato também tem participado, por meio de sua direção sindical, de todas as mobilizações e atos em defesa da educação e contra a privatização. Não aceitamos a venda do Brasil. Queremos o dinheiro do petróleo para a educação!

 

Via SISMMAR Araucária.

Quarta, 09 Outubro 2019 19:31

Erro no procedimento regimental fez com que a eleição tivesse que ser refeita.

Quarta, 09 Outubro 2019 12:33

Hoje (09), começam as Assembleias no Paraná (confira calendário AQUI). Na Repar, em Araucária, os petroleiros do Grupo 2 se reúnem às 15h. Já em São Mateus do Sul, na SIX, os encontros serão em dois momentos: 15h30 (Grupo 4) e 23h30 (Grupo 3).  

Quinta, 03 Outubro 2019 18:51

Petrobrás completa 66 anos de história. Desde que foi criada, em 03 de outubro de 1953, sempre foi alvo de disputas, porém, em 2019, com agenda ultraliberal, o recado dos trabalhadores, em relação ao desmonte da estatal, é dado nas ruas

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Edição Nº 1418

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