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Sexta, 17 Fevereiro 2017 19:15

Nº 1384

Quarta, 08 Fevereiro 2017 17:18

 

Impedimento de dirigente sindical entrar nas dependências do Terminal para participar da reunião da CIPA levanta suspeitas em relação à segurança no local.

Terça, 07 Fevereiro 2017 17:09

Nº 1383

Terça, 07 Fevereiro 2017 15:51

Nº 1381

Sexta, 30 Dezembro 2016 13:50

 

 

*Por Uriel Oliveira

 

Algumas pessoas podem achar estranho o Tepar continuar as mobilizações. Entretanto, somente os que ali cotidianamente trabalham para que esse sistema Petrobrás bata novos recordes entendem o que leva os trabalhadores manter essa unidade na luta.

 

Estamos falando de um dos terminais mais antigos do sistema e de um grupo de trabalhadores que vê a Petrobras sendo esquartejada por uma diretoria entreguista e aliada a um governo golpista.

 

Além disso, sentimos que essa lâmina está a cada hora mais próxima de umas das engrenagens principais do sistema, aquela responsável por toda a logística, aquela que no passado já fora criada para ser vendida, mas que com a luta de guerreiros petroleiros foi inviabilizada. Sim, estamos falando da Transpetro.

 

Se não bastasse isso, os trabalhadores passam por problemas crônicos que são passados de gerência a gerências, dentre os quais podemos elencar o transporte, que põem em risco diariamente o que a empresa diz ser o mais importante para ela; e mais recentemente as retaliações e assédios vindos da gerência, que mesmo sendo denunciados à ouvidoria, RH, Cipa e demais espaços internos, são menosprezados.

 

Ainda poderíamos continuar a elencar vários outros problemas que afetam diretamente a nossa produção e segurança que também são antigos e de amplo conhecimento, mas o mais importante é deixar claro que quando estamos numa situação extrema como essa, os trabalhadores utilizam sua única forma de garantir o cumprimento dos seus direitos, que é se mobilizando e cruzando a fonte de lucro da companhia.

 

Esperamos que com essa demonstração de unidade local as gerências e diretorias atentem para os anseios dessa categoria e abram o canal de diálogo verdadeiro, e não esse teatro realizado rotineiramente com a representação sindical.

 

 

*Uriel Oliveira é técnico em operação no Tepar e dirigente do Sindipetro PR e SC

Sexta, 30 Dezembro 2016 12:25

 

 

Mais um apelo do Pedro Quemente, mais uma resposta à altura da categoria. Ontem (29), o presidente ilegítimo da Petrobras enviou uma nova carta aos “colaboradores” solicitando a participação de todos nas assembleias e invocando a “reflexão” de que a proposta da empresa está no limite do que é “financeiramente responsável”. No final do dia, o Sindipetro Paraná e Santa Catarina divulgava o resultado das assembleias setorizadas: continuidade da luta, com paralisações a qualquer momento.

 

Algumas horas mais tarde, por volta das 24h, os petroleiros do Terminal Transpetro de Paranaguá (Tepar) cortaram a rendição do turno e retomaram a greve. A mobilização continuou na manhã desta sexta-feira (30), com a paralisação dos trabalhadores do regime administrativo.

 

A contingência da empresa assumiu as operações da unidade às 08h00 de hoje, quando os petroleiros que entraram às 16h00 de ontem puderam finalmente deixar o Terminal, após dezesseis horas contínuas de trabalho.

 

O dirigente sindical Uriel Oliveira explicou o sentimento dos grevistas do Tepar. “Somente os que ali cotidianamente trabalham para que o Sistema Petrobrás bata novos recordes entendem o que leva os trabalhadores a manter essa unidade na luta. Estamos falando de um dos terminais mais antigos do sistema e de um grupo de trabalhadores que vê a Petrobrás sendo esquartejada por uma diretoria entreguista e aliada a um governo golpista. Além disso, sentimos que essa lâmina cada hora está mais próxima de umas das engrenagens principais do sistema, aquela responsável por toda a logística, aquela que no passado já foi criada para ser vendida, mas que com a luta de guerreiros petroleiros foi inviabilizada. Sim, estamos falando da Transpetro”, desabafou.

 

A paralisação no Tepar tem prazo determinado e está prevista para terminar às 08h00 de segunda-feira (02).

 

Greve no Tefran

Boa parte dos petroleiros do regime administrativo do Terminal Transpetro de São Francisco do Sul (Tefran) resolveu deflagrar greve no início do expediente desta sexta-feira. O movimento vai durar 24 horas.

 

Já os empregados do regime de turno e os que furaram a paralisação dão a entender que estão satisfeitos com a proposta da Petrobrás e parecem não se importar com o desmonte da empresa em andamento, justamente na Transpetro, ameaçada de ser o próximo alvo das privatizações. “A resistência é a única forma de barrar a privatização. Ela afugenta os possíveis compradores e atrapalha os planos dos gestores entreguistas”, afirmou Mário Dal Zot, presidente do Sindipetro Paraná e Santa Catarina. 

Sábado, 24 Dezembro 2016 16:27

Gestão da Repar manteve petroleiros retidos dentro da área industrial; trabalhadores do Tepar também foram obrigados a estender a jornada.

Sexta, 23 Dezembro 2016 14:01

 

 

A greve dos petroleiros foi iniciada à zero desta sexta-feira (23) e mobiliza a categoria em diversas unidades do Sistema Petrobrás no país. A estratégia aprovada nas assembleias são paralisações a qualquer momento a partir de hoje.

 

No Paraná, o movimento atingiu a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen-PR), ambas em Araucária; a Usina do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul; e o Terminal Transpetro de Paranaguá (Tepar). Na Repar, Fafen-PR e Tepar houve corte de rendição do turno de revezamento ininterrupto à zero hora. Já na SIX foi realizado atraso na entrada do expediente.

 

A categoria protesta contra a proposta da direção ilegítima da Petrobrás para o Termo Aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2015/2017. Neste ano deveriam estar em negociação apenas cláusulas econômicas, mas a empresa insiste em querer impor a redução da jornada com diminuição de salários para o regime administrativo dos trabalhadores com horário flexível.

 

Outro entrave crucial nas negociações é o não-cumprimento do acordo do Adicional por Tempo de Serviço (ATS) na Fafen-PR, firmado ainda em novembro do ano passado.

 

Os petroleiros também demonstram revolta com a gestão da direção da empresa, cujas ações se resumem a arrochar salários, retirar direitos e vender importantes ativos, ou seja, tenta destruir a Petrobrás, empresa que é patrimônio de todo o povo brasileiro.     

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Edição Nº 1418

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