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Sexta, 11 Setembro 2015 19:55

O Sindipetro realiza sessões de assembleia em todas as unidades do Sistema Petrobrás no Paraná e Santa Catarina para debater e deliberar sobre greve por tempo indeterminado, a partir de data a ser definida pelo Conselho Deliberativo da FUP.

 

As assembleias começam na próxima terça-feira (15) e serão encerradas no dia 22 de setembro. Confira no quadro abaixo as datas, locais e horários das sessões em cada unidade.

 

BASE

LOCAL

DATA

HORÁRIO

Araucária/PR

Em frente à REPAR / Grupo 3

 

15/09/2015

07h00

Em frente à REPAR / Grupo 5

15/09/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 2

17/09/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 4

21/09/2015

15h00

Em frente à REPAR / Grupo 1 + ADM

22/09/2015

07h00

Curitiba/PR

Sede do Sindipetro SEDE DO SINDIPETRO PR/SC EM CURITIBA/PR

R. LAMENHA LINS, 2064

16/09/2015

17:30

Biguaçu/SC

Em frente ao TEGUAÇÚ

16/09/2015

09h00

Guaramirim/SC

Em frente ao TEMIRIM

17/09/2015

09h00

Itajaí/SC

Em frente ao TEJAÍ

16/09/2015

13h30

No estacionamento do Ativo de Produção Sul

16/09/2015

11h30

Paranaguá/Pr

Em frente do TEPAR/ Grupo 3

16/09/2015

08h00

Em frente do TEPAR /Grupo 1

16/09/2015

08h30

Em frente do TEPAR/ Grupo 5

16/09/2015

16h00

REGIONAL DO SINDIPETRO EM PARANAGUÁ/PR

R. Odilon Mader, 480 – Estradinha

16/09/2015

18h00

Em frente do TEPAR/ ADM

18/09/2015

07h20

Em frente do TEPAR/ Grupo 4

18/09/2015

08h00

Em frente do TEPAR/ Grupo 2

18/09/2015

08h30

São Francisco do Sul/SC

Em frente do TEFRAN

17/09/2015

12h30

Em frente ao TEFRAN/Grupo de Turno

17/09/2015

15h00

Joinville/SC

REGIONAL DO SINDIPETRO EM JOINVILLE/SC

Rua Elly Soares, 127 , Sala 01

Bairro Floresta

16/09/2015

17h30

São Mateus do Sul/PR

Em frente da SIX - Grupo 5

15/09/2015

15h00

Em frente da SIX - Grupo 4

16/09/2015

23h00

REGIONAL DO SINDIPETRO EM SÃO MATEUS DO SUL/PR 

Rua Paulino Vaz da Silva, 538 – Centro

17/09/2015

17h00

Em frente da SIX - Grupo 1

18/09/2015

15h00

Em frente da SIX - Grupo 2 + ADM

22/09/2015

07h00

Em frente da SIX - Grupo 3

22/09/2015

15h00

 *O Edital de Convocação de Assembleia está disponível no ícone dos anexos abaixo.

 

 

Terça, 01 Setembro 2015 18:22

 

Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Curitiba de segunda-feira (31) a vereadora Professora Josete (PT) apresentou requerimento para realização de audiência pública na Casa com o tema “Defender a Petrobrás é Defender o Brasil”.

 

O pedido precisava ser aprovado no plenário, mas acabou não sendo votado porque o tempo da sessão foi expirado. Vários parlamentares tumultuaram o debate ao colocar interpretações equivocadas sobre a finalidade da audiência. Entre eles, Valdemir Soares, líder da bancada PRB/PSL, que chegou a afirmar que o pedido daria margem para que seja realizado um evento de apoio a pessoas investigadas pela Operação Lava Jato. Ainda na linha dos comentários infelizes, Julieta Reis, líder do bloco DEM/PROS, disse que “pode dar a impressão de que somos (os vereadores) contra a Lava Jato”.

 

A Professora Josete rebateu as críticas ao afirmar que o debate não pode ser resumido a um escândalo de corrupção. Ela admitiu que a Petrobras vive uma crise, mas defendeu o papel estratégico da companhia e das reservas do pré-sal, bem como a tecnologia envolvida na extração do petróleo de águas profundas. “Alguém aqui discorda dessa importância?”, indagou. A vereadora também esclareceu que encontros semelhantes já aconteceram em outras cidades e que se trata de uma demanda de sindicatos de trabalhadores do setor petróleo.

 

Após a conturbada sessão, a Câmara voltou a debater o tema nesta terça-feira (02). O presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Alberto Dal Zot, e o coordenador do Sindiquímica-PR, Gerson Castellano, entre outros sindicalistas, acompanharam a sessão. Depois de muita pressão, Mário conseguiu tomar a palavra no púlpito da Câmara e explicou aos vereadores a razão da audiência pública. Segundo ele, a Petrobrás passa por uma sucessão de ataques com o objetivo de sujar sua imagem perante a opinião pública e, assim, diminuir seu potencial de crescimento e desenvolvimento. “Isso está comprovado no novo Plano de Negócios e Gestão, que prevê venda de ativos de patrimônio e redução de investimentos. A situação é agravada pelos oportunistas, como o senador José Serra (PSDB/SP), que aproveita o momento para apresentar um Projeto de Lei (PLS 131/2015) que retira da Petrobrás o direito de ser operadora exclusiva na área do pré-sal”, destacou Dal Zot.

 

O novo Plano de Negócios e Gestão da Petrobrás, aprovado pelo Conselho Deliberativo da empresa no final de junho, prevê cortes de US$ 89 bilhões nos investimentos e despesas da empresa e venda US$ 57 bilhões em ativos de patrimônio da estatal. “A Petrobrás é muito maior do que os escândalos de corrupção envolvendo empreiteiras que prestaram serviços. Queremos investigação, punição e devolução à Petrobrás dos valores desviados. Todavia, também queremos que a empresa siga como propulsora da economia brasileira, pois responde por 13% do PIB.

 

Após as exposições dos sindicalistas, a audiência pública foi aprovada por 21 votos favoráveis e cinco contrários. O evento vai ocorrer no dia 10 de setembro, às 14h00.

Terça, 25 Agosto 2015 12:54

O projeto de lei federal que regulamenta os contratos de terceirização (30/2015) foi criticado durante seminário realizado na última sexta-feira (21), na Câmara Municipal de Curitiba, por proposição do vereador Jorge Bernardi (PDT). Foi aprovada, durante o evento, uma carta aos senadores de repúdio à matéria que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e agora tramita no Senado.

“Hoje é um dia histórico para Curitiba, os trabalhadores e o movimento sindical. Não podemos perder conquistas de décadas sem que haja uma resistência. Esperamos que o projeto seja arquivado”, disse Bernardi. Os trabalhadores também assinaram a petição nacional contrária à terceirização. Segundo a ex-vereadora e ex-deputada federal Dra. Clair a ideia é conseguir mais de um milhão de assinaturas.

Procurador do Ministério Público do Trabalho, Alberto Emiliano de Oliveira Neto avaliou que a lei pulverizaria o movimento sindical. O auditor Luiz Fernando Busnardo, superintendente em exercício da Delegacia Regional do Trabalho (DRT/PR), comparou a aprovação do projeto à revogação da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

“O empresário brasileiro, em sua maior parte, não quer mais ser empregador. O terceirizado recebe salários menores e há a terceirização do próprio trabalhador, que abre mão de direito trabalhistas para ser prestador de serviços, sendo obrigado a abrir uma empresa e emitir nota fiscal”, defendeu Busnardo.

“Somos contra. A terceirização é precarizar, retirar direitos do trabalhador. Os senadores podem ir contra o projeto, se houver uma mobilização”, declarou o vice-presidente da Força Sindical, Nelson Silva, que pediu aos vereadores o debate da proposta de lei.  O presidente do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR/SC), Mário Dal Zot, disse que em seu segmento, mesmo sem a regulamentação, 75% dos trabalhadores já são terceirizados.

“Fomos impedidos de entrar na Câmara dos Deputados para debater o projeto, mas soubemos que o empresariado estava em massa. A proposta de lei na verdade desregulamenta, precariza, escraviza. A cada cinco mortes na nossa categoria, quatro são de companheiros terceirizados”, alertou Dal Zot.

“Onde estão os defensores do projeto? Só vejo falas contrárias. A terceirização é irmã da corrupção eleitoral. É só comparar quem foram os doadores às campanhas dos deputados que votaram contra os trabalhadores”, falou Ulisses Kaniak, diretor do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR). O presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região (Sindimoc), Anderson Teixeira, defendeu que “enquanto votarmos no dono da vaca, não adianta reclamar do preço do leite”. “Vamos a Brasília ocupar o Congresso”, convocou.

Presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio Ambiente (Fenatema), Eduardo Anunciato (Chicão), disse que a lei acabaria com “todos os direitos trabalhistas, que já não são bons”. “Tem um risco muito grande. No tratamento da água, por exemplo, os trabalhadores são altamente qualificados. Se um produto for colocado em quantidade errada, pode matar lentamente a população.”

Diversas entidades acompanharam o debate, como o Fórum Paranaense Contra a Terceirização, a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), a Associação dos Advogados Trabalhistas do Paraná (AATPR), a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Também participaram do seminário os sindicatos que representam os motoristas e cobradores de ônibus, a Guarda Municipal de Curitiba, médicos, arquitetos, metalúrgicos e trabalhadores dos Correios, entre outras categorias. Os vereadores Professora Josete (PT) e Rogério Campos (PSC) acompanharam o evento.

Mais fotos do seminário estão no Flickr da Câmara de Curitiba.

Fonte: CMC

Quarta, 05 Agosto 2015 18:10

A maioria dos grandes aeroportos do país amanheceu na terça-feira (04) com bandeiras vermelhas da FUP e de seus sindicatos filiados. Os petroleiros mais uma vez organizaram protestos nos principais terminais de aviação para pressionar os parlamentares e sensibilizar a população sobre os riscos que o plano de desinvestimentos da Petrobrás e o Projeto de Lei do Senado Nº 131/2015, de autoria de José Serra (PSDB/SP), que retira o direito da Petrobrás ser a operadora exclusiva do pré-sal, trazem para o país.

 

No aeroporto internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, cidade da região metropolitana de Curitiba, dirigentes do Sindipetro Paraná e Santa Catarina e militantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) organizaram a manifestação. No entanto, o grande ato foi mesmo em Brasília-DF, onde o Conselho Deliberativo da FUP está reunido durante toda esta semana para definir os próximos passos da campanha “Defender a Petrobrás é Defender o Brasil”. No terminal da capital federal, os petroleiros receberam os parlamentares com faixas e cartazes contra o PLS 131. O único incidente foi provocado pelo senador Aloysio Nunes, correligionário de José Serra, que tentou fugir da manifestação, mas foi confrontado pelos militantes da FUP. Muito irritado, Aloysio Nunes preferiu xingar os trabalhadores do que debater e argumentar.

 

O presidente do Sindipetro PR e SC, Mário Alberto Dal Zot, participa da reunião do Conselho Deliberativo da FUP e estava presente na manifestação em Brasília. “O que os parlamentares da direita querem é entregar o nosso petróleo às multinacionais. É um absurdo, um verdadeiro crime de lesa-pátria, tirar a Petrobrás do pré-sal”, afirmou.  

 

Conselho Deliberativo

A reunião do Conselho Deliberativo da FUP prossegue até sexta-feira (07) com diversas atividades e debates que definirão as novas estratégias de luta da categoria para barrar a venda de ativos em curso na empresa e que significará a desintegração do Sistema Petrobrás.

 

A avaliação da greve no último dia 24 foi positiva, mas os membros do Conselho apontaram a necessidade de um movimento mais contundente para barrar os desinvestimentos da Petrobrás. Ao final do encontro será divulgado um novo calendário de lutas e os rumos da campanha reivindicatória da categoria. 

 

 

Terça, 28 Julho 2015 20:05

Os movimentos sociais e sindical da cidade de Araucária promovem nesta quarta-feira (29) a primeira reunião para debater a viabilização da campanha “Defender a Petrobrás é Defender o Brasil”.


O encontro será a partir das 19h00, no Plenarinho da Câmara de Vereadores. Todos podem participar.

 

Serviço:


O que?
Reunião para debater a campanha em defesa da Petrobrás


Quando?
Quarta-feira (29/07)


Horário?
A partir das 19 horas


Local?
Plenarinho da Câmara de Vereadores de Araucária
R. Irmã Elizabeth Werka, 55 - Fazenda Velha, Araucaria – PR - Telefone: (41) 3641-5200

Terça, 28 Julho 2015 19:23

A Câmara de Vereadores de São Mateus do Sul, cidade sede da Superintendência do Xisto (SIX), realizou na noite da última segunda-feira (27) uma solenidade especial para a instauração da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobrás no município.

O presidente do Sindipetro Paraná e Santa Catarina, Mário Alberto Dal Zot, e os representantes do Sindiquímica-PR, Paulo Rodrigo Antunes da Silva e João Celso de Lima, discursaram durante a sessão de lançamento da Frente. “A Petrobrás passa por uma sucessão de ataques com o objetivo de sujar sua imagem perante a opinião pública e, assim, diminuir seu potencial de crescimento e desenvolvimento. Isso está comprovado no novo Plano de Negócios e Gestão, que prevê venda de ativos de patrimônio e redução de investimentos. A situação é agravada pelos entreguistas, como o senador José Serra (PSDB/SP), que aproveita o momento para apresentar um Projeto de Lei (PLS 131/2015) que retira da Petrobrás o direito de ser operadora exclusiva na área do pré-sal”, destacou Dal Zot.

Durante a solenidade foi construída a Carta de São Mateus do Sul. O documento sai em defesa da companhia e contra a redução da empresa ou de seus investimentos. “Como brasileiros defendemos a Petrobras. Não aceitamos que a pretexto de combater a corrupção, fruto das investigações da operação Lava Jato, se proponha o encolhimento de investimentos na empresa e a venda de ativos ou parte do controle acionário de suas subsidiárias, como a BR Distribuidora e a Petrobrás Transporte – Transpetro”, diz a Carta.

O documento ainda traz o compromisso da Câmara de Vereadores na defesa das unidades da Petrobrás na região. “Nós sabemos o quanto a Petrobras, suas unidades operacionais Petrosix-Usina do Xisto e a Fábrica de Fertilizantes FAFEN-PR, no Paraná, são importantes para o desenvolvimento regional, e por isso, a Câmara Municipal de São Mateus do Sul se soma nesta defesa, por entender que ‘Defender a Petrobras é Defender o Brasil’ e ‘Defender a Usina do Xisto é Defender São Mateus do Sul’”.

Todos os vereadores de São Mateus do Sul presentes na solenidade ratificaram a Carta.

Confira a íntegra do documento:

CARTA DE SÃO MATEUS DO SUL

A Petrobras é um patrimônio de inestimável valor econômico e social ao povo brasileiro. Fruto da grande campanha cívica "O petróleo é nosso", da década de 50, ela afirmou-se como uma das maiores e mais qualificadas empresa petrolífera do mundo.
 
Como brasileiros defendemos a Petrobras. Não aceitamos que a pretexto de combater a corrupção, fruto das investigações da operação Lava Jato, se proponha o encolhimento de investimentos na empresa e a venda de ativos ou parte do controle acionário de suas subsidiárias como BR Distribuidora e a Petrobrás Transporte - TRANSPETRO.
 
Ao mesmo tempo, rejeitamos o fim da Lei de Partilha (12.351/2010), que criou regras para a exploração do pré-sal, dando à Petrobras a condição de operadora única destas reservas e sua participação mínima de 30% nos campos licitados. É a regra de partilha que cria o Fundo Soberano para investimentos sociais em saúde, educação, reforma agrária, energias alternativas para que substituir o petróleo quando ele se esgotar, etc. Voltar ao regime de concessões às multinacionais privadas seria retirar do povo a garantia de que a riqueza produzida pelo pré-sal seja revertida em favor dos brasileiros.
 
Nós sabemos o quanto a Petrobras, suas unidades operacionais Petrosix-Usina do Xisto e a Fábrica de Fertilizantes FAFEN-PR, no Paraná são importantes para o desenvolvimento regional, e por isso, a Câmara Municipal de São Mateus do Sul se soma nesta defesa, por entender que “Defender a Petrobras é Defender o Brasil” e “Defender a Usina do Xisto é Defender São Mateus do Sul”.



Sexta, 24 Julho 2015 19:43

Os petroleiros do Paraná e Santa Catarina atenderam à convocação da FUP e foram à luta nesta sexta-feira (24), Dia Nacional de Paralisação.Os trabalhadores do Sistema Petrobrás realizaram uma greve de 24 horas para protestar contra o novo Plano de Gestão e Negócios aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobrás no mês passado. A categoria entende que o novo plano é uma ameaça clara à sobrevivência da empresa como estatal, na medida em que prevê cortes de US$ 89 bilhões em investimentos e despesas, além da venda de ativos de patrimônio da ordem de US$ 57 bilhões.

 

O plano prevê que entre 2015 e 2019 a carteira de investimentos terá redução de 37% em relação ao planejamento anterior e priorizará projetos de exploração e produção (E&P) de petróleo no Brasil, com ênfase no pré-sal. Do total (US$ 130,3 bilhões), 83% serão destinados à área de Exploração e Produção. O setor de abastecimento receberá 10% dos recursos previstos e o de gás e energia 5%. As demais áreas terão apenas 2% do orçamento.

 

A greve nacional de 24 horas é uma advertência da categoria à atual política da gerência que pode desmantelar o Sistema Petrobrás, colocando em risco milhares de empregos, especialmente os dos terceirizados da companhia e suas subsidiárias.

 

Ainda consta na pauta da paralisação a luta contra o Projeto de Lei do Senado 131/2015. De autoria do senador José Serra (PSDB/SP), a medida tem o objetivo de retirar da Petrobrás o direito de ser operadora única do pré-sal, com o mínimo de 30% de participação do consórcio de exploração dos blocos petrolíferos.

 

Os petroleiros de todo país aprovaram o estado de greve e a assembleia em caráter permanente, o que significa que a qualquer momento um movimento por tempo indeterminado pode ser deflagrado.

 

 

Confira o quadro da greve no Paraná e Santa Catarina

 

Repar/Fafen – A greve começou a zero hora de sexta-feira com o corte de rendição do turno. Pela manhã, militantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), da CUT e de outros movimentos sociais e estudantis ajudaram na mobilização. Não houve a rendição dos turnos das 07h30 e 15h30.

 

SIX – A greve começou a zero hora de sexta-feira, com adesão 100% do turno e 30% do administrativo. Os cortes de rendição também não aconteceram às 07h30 e às 15h30.

 

Tepar – A paralisação começou a zero hora desta sexta-feira com o corte de rendição do turno. Pela manhã, os trabalhadores do regime administrativo também aderiram ao movimento, que contou com mais de 90% de participação da categoria, inclusive de terceirizados. A maior parte das atividades do Terminal foi paralisada. O protesto contou com o apoio de dirigentes de outros sindicatos de Paranaguá.

 

Tejaí – O movimento começou às 06h00, com adesão de 90% dos trabalhadores próprios. Participaram cerca de 20 militantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) que saíram de Chapecó e cruzaram o estado de Santa Catarina para dar apoio à greve dos petroleiros.